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Campanha de combate à violência contra a mulher

violência de gênero não à violência contra a mulher

 A SAADE disponibiliza abaixo material gráfico elaborado pela UFSCar para colaborar com o combate à violência contra a mulher no ambiente universitário. Compartilhe!

Situação 1

Tocar uma mulher sem consentimento é violência sexual, mas esta não é a única forma de violência contra a mulher. Além da violência sexual e da violência física, mais evidentes, também são atos violentos a agressão moral/psicológica, a coerção, a desqualificação intelectual e o assédio sexual, que inclui as cantadas ofensivas, comentários com apelos sexuais indesejados e abordagens agressivas. (Com informações de http://bit.ly/pesquisa_avon

 

 situação2

No Brasil, padrões de comportamento transmitidos de geração a geração perpetuam a ideia da mulher passiva, sexualmente recatada e a procura de um marido, e a do homem agressivo e viril. Homens veem mulheres como sua propriedade e acreditam ter o direito de dizer o que elas podem ou não fazer. Além disso, muitas vezes o “não” da mulher é interpretado como parte de um ritual de sedução, um “sim” velado pelos bons costumes. Essa naturalização de comportamentos resulta, entre outros problemas, na dificuldade de diferenciação entre o ato sexual consentido e a violência sexual. (Com informações de:  www.naomekahlo.com)

 

 

A naturalização de valores machistas e comportamentos conservadores favorece a violência contra as mulheres. Essa naturalização na sociedade brasileira ficou evidente em pesquisa realizada com 2.046 jovens entre 16 e 24 anos, meninos e meninas. Das pessoas entrevistadas, 41% afirmaram que a menina deve ficar com poucos homens, 38% que a mulher que tem relações sexuais com muitos homens não é para namorar e 51% que a menina deve ter a primeira relação sexual com um namorado sério. Além disso, reprovaram comportamentos não conservadores nas mulheres: 80% reprovam que ela fique bêbada em festas, 76% que tenha vários ficantes ou casinhos e 68% que tenha relações sexuais com um homem na primeira vez que sai com ele. (Com informações de:  http://bit.ly/pesquisa_avon_jovens)

 

 

Homens veem mulheres como sua propriedade e acreditam ter o direito de dizer o que elas podem ou não fazer. Além disso, muitas vezes o “não” da mulher é interpretado como parte de um ritual de sedução. Violência sexual e física são as formas mais evidentes de violência contra a mulher, mas também são atos violentos a agressão moral/psicológica, a coerção, a desqualificação intelectual e o assédio sexual, que inclui as cantadas ofensivas, comentários com apelos sexuais indesejados e abordagens agressivas. (Com informações de http://bit.ly/pesquisa_avon)

 

 A violência tem várias facetas. A tentativa de abuso de uma mulher sob efeito de álcool ou outras drogas é violência sexual, e forçar a ingestão dessas substâncias é coerção. Outras formas são a violência física, a agressão moral/psicológica, a desqualificação intelectual e o assédio. Atribuir a culpa pela violência à vítima – por exemplo, utilizando a bebida como justificativa para a agressão – é muito comum e ajuda a perpetuar a violência. (Com informações de: http://bit.ly/pesquisa_avon)

 

 Tocar uma mulher sem consentimento – e isto inclui quando ela está dormindo – é violência sexual, independentemente do tipo de relação, seja com parceiro fixo ou não. O parceiro não é dono do corpo da mulher e não tem nenhum direito adquirido sobre esse corpo. Em pesquisa realizada com 2.046 jovens entre 16 e 24 anos, 66% das meninas disseram ter sido vítimas de violência do parceiro, e 9% disseram ter sido obrigadas a fazer sexo quando não estavam com vontade. (Com informações de:  http://bit.ly/pesquisa_avon_jovens)

 

No Brasil, padrões de comportamento transmitidos de geração a geração perpetuam a ideia da mulher passiva, sexualmente recatada e a procura de um marido, e a do homem agressivo e viril. Homens veem mulheres como sua propriedade e acreditam ter o direito de dizer o que elas podem ou não fazer. Assim, ganham força a ideia de que elas precisam ser educadas para se comportar de acordo com esses padrões masculinos e discursos como o de que o ciúme é uma prova de amor. A naturalização dessas ideias e de comportamentos machistas, por sua vez, contribui para a violência contra as mulheres e, para combatê-la, é fundamental combater essa naturalização. (Com informações de: www.naomekahlo.com)

 

Violência sexual e violência física são as formas mais evidentes de violência contra as mulheres. No entanto, não são as únicas. Forçar mulheres a participar em atividades degradantes – como leilões e desfiles – é coerção, e coerção é uma forma de violência. Outras formas são o assédio sexual, a agressão moral/psicológica e a desqualificação intelectual. (Com informações de:  http://bit.ly/pesquisa_avon)

 

Violência sexual e violência física são as formas mais evidentes de violência contra as mulheres. No entanto, não são as únicas. Desqualificar intelectualmente ou fazer piadas ofensivas sobre o fato de ser mulher também é uma forma de violência. Outras formas são a coerção, o assédio sexual e a agressão moral/psicológica. (Com informações de:  http://bit.ly/pesquisa_avon)

 

O espaço virtual é mais um ambiente de controle nos relacionamentos. Em pesquisa realizada com 2.046 jovens entre 16 e 24 anos, um quarto dos meninos e das meninas disseram já ter invadido e-mail ou rede social sem autorização da outra pessoa, e 11% obrigaram a outra pessoa a compartilhar a senha. Entre as meninas, 30% disseram já ter passado pela experiência de invasão de privacidade. Além disso, o comportamento não é visto como controle por muitas pessoas, já que apenas 45% disseram que invadir a rede social do parceiro ou da parceira é violência. (Com informações de:  http://bit.ly/pesquisa_avon_jovens)

 

Violência sexual e violência física são as formas mais evidentes de violência contra as mulheres. No entanto, não são as únicas. Repassar fotos ou vídeos sem autorização da pessoa retratada é uma agressão moral e psicológica, e isto também é uma forma de violência. Outras formas são o assédio sexual, a desqualificação intelectual e a coerção. (Com informações de:  http://bit.ly/pesquisa_avon)